Jornal Mural

19 06 2008

jornal mural uma excelente opção

Entre os multimeios da comunicação empresarial, o “Jornal Mural” constitui uma das formas mais rápidas e eficientes de comunicação com os empregados. Instrumento dinâmico, abre espaço para um rol de informações pouco focalizadas por outros veículos empresariais, caracterizando-se principalmente por ser um veículo diário e imediato da comunicação da empresa com seus funcionários e de baixo custo.

Definido como “Jornal”, o Mural para se tornar instrumento eficiente deve ser bem programado e executado, merecer programação visual, devendo ainda contar com recursos gráficos, fotos e ilustrações. Não pode ser peça isolada, mas parte do planejamento global da comunicação da empresa e organizado de forma a atender suas necessidades diárias de informação e como complemento de outros veículos empresariais.

A utilização do JM é relevante e única. Ao contrário da mídia impressa, que pode ser levada para públicos externos, o Mural é uma comunicação dirigida essencialmente ao público interno, podendo, portanto, veicular dados reservados a este público.

Importa lembrar que o JM não pode ser peça isolada, mas parte importante de todo o processo de comunicação corporativa da organização, devendo todos os setores aproveitá-lo para divulgar suas informações. Caberá à área de Relações Públicas a coordenação e produção do JM.





Comunicação Segmentada

10 06 2008

Uma nova concepção de comunicação que vem sendo comumente utilizada para melhor alcançar públicos, de maneira mais efetiva, é a comunicação segmentada.

A Comunicação Segmentada é um desdobramento do modelo de Comunicação de Massa. Ela ocorre pelos meios de comunicação tradicionais como jornais, rádios, tvs, cinema, cartazes ou internet, porém, diferentemente do modelo de massa, atinge grupos específicos, classificados de acordo com características próprias e preferências similares. A Comunicação Segmentada tem a particularidade de atingir um número menor, porém mais específico, de receptores ao mesmo tempo, partindo de um único emissor. (WIKIPÉDIA)

Diante de uma nova realidade, em que os públicos em geral são percebidos mais exigentes e de certa forma mais participativos no que se refere a seus direitos e interesses, existe atualmente uma preocupação cada vez maior das empresas e organizações em transmitir informações selecionadas afim de atingir segmentos de públicos específicos. Essa mudança pode ser percebida através do “desdobramento” da comunicação massiva em comunicação segmentada.





VENDAS E COMUNICAÇÃO DIRIGIDA

17 05 2008

A empresa Partners, de assessoria de marketing da cidade de Bauru (interior de SP) defende a utilização da comunicação dirigida como eficiente ferramenta de venda e divulgação de produtos.

“O uso da comunicação dirigida é eficiente para a venda e divulgação de qualquer produto porque alia a personalização da mensagem com um custo/benefício mais vantajoso”

Duas vantagens da comunicação dirigida segundo a empresa, são:

“A empresa investe recursos com mais racionalidade e sabe exatamente qual o retorno deste investimento”
“Uma mensagem de venda personalizada é mais persuasiva e por isso reflete em possibilidades de venda muito maiores”

Quais são realmente as vantagens (e desvantagens) da comunicação dirigida para a promoção de um produto ou serviço de uma empresa???





Dica de livro: Comunicação Dirigida Escrita na Empresa – Cleuza Cesca

10 05 2008

A comunicação dirigida escrita é uma ferramenta fundamental para manter o bom relacionamento da empresa com os seus diversos públicos. É também um excelente instrumento para fortalecer a imagem da corporação. Muitos empresários, contudo, ainda não se deram conta do potencial desse tipo de comunicação.

Neste livro, com base em criteriosa análise de organizações empresariais, a autora caracteriza o setor de Relações Públicas e apresenta uma proposta para sua aplicação nas corporações privadas e públicas. Ela aponta as coordenadas para a comunicação escrita eletrônica nas suas mais diversas formas, analisando a conveniência e a adequação de recursos impressos ou eletrônicos em situações específicas.

No primeiro capítulo, Cleuza acrescenta nova classificação de públicos para Relações Públicas, apresenta proposta de modificação da legislação que altera as atividades do profissional da área e faz recomendações quanto aos aspectos eletrônicos para os veículos de comunicação dirigida massiva.

Já no segundo capítulo, inclui informações e análises sobre transformações ocorridas nas empresas, tais como; cultura organizacional, meio ambiente, consumidor respaldado pelo Código de Defesa do Consumidor, competição no mundo globalizado, mulheres em cargo de chefia, privatizações, responsabilidade social e novas tecnologias.

No terceiro capítulo, além de apresentar exemplos eficazes de comunicação dirigida escrita impressa, a autora mostra modelos de escrita eletrônica, com indicação de seus públicos de interesse e finalidades, como correspondências, memorandos, circulares, requerimentos, ofícios, quadro de avisos, jornal mural, mala-direta, banner, teaser, jornal e revista da empresa, relatórios, newsletter e correio eletrônico.

Nessa edição foi incluído um quarto capítulo – ‘Suporte para uma boa redação’ – com a finalidade de subsidiar a produção de toda a comunicação escrita. Como usar corretamente as formas de tratamento, a utilização da crase, palavras com som igual, significado diferente e grafia igual ou semelhante e coletivos são algumas das informações que a autora apresenta.

O livro tem 288 páginas e pode ser adquirido em todas as livrarias do Brasil, ao preço médio de R$ 50,00.

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Vídeo Institucional – Responsabilidade, Tecnologia e Criatividade

10 05 2008

Nem sempre você pode trazer seus clientes e fornecedores até sua empresa. Mas

você pode levar sua empresa com facilidade até seu cliente.

Com o vídeo institucional você apresenta sua empresa da forma como quer que ela seja vista.

Esta ferramenta de comunicação dirigida é também um excelente instrumento de Relações Públicas para a comunicação interna. Com vídeos sobre normas e procedimentos internos, os funcionários conhecem a filosofia da empresa de maneira a torná-la cada vez mais unificada. Além disso, a apresentação das funções aos recém-contratados pode ser facilitada com a utilização desses vídeos de orientação profissional.

Um vídeo feito de maneira inadequada, ao invés de trazer soluções, pode causar grandes problemas para sua imagem frente a seus clientes. O vídeo institucional deve ser elaborado após um levantamento de dados precisos (briefing). O roteiro e a produção são elaborados com criatividade e com todos os recursos áudio-visuais de alta tecnologia disponibilizados para auxiliar a empresa com credibilidade e facilidade para conquistar grandes negócios.

Confira no menu ao lado, o vídeo institucional produzido pelos alunos do 1º ano de Relações Públicas da Universidade Estadual de Londrina (2007), que será apresentado no IX Congresso de Ciências da Comunicação da Região Sul – Intercom Sul 2008 em Guarapuava.

Deixe sua opinião sobre o vídeo institucional!





A MODA AGORA É COMUNICAÇÃO DIRIGIDA

30 04 2008

O mundo moderno experimenta profundas e aceleradas transformações decorrentes do progresso científico e do inevitável desenvolvimento de novas tecnologias.

O avanço da tecnologia, da informática, da robótica e da telecomunicação apresenta um quadro novo: o trabalho físico e intelectual do homem é substituído pelas inovações técnicas, proporcionando o aparecimento da “terceira onda ou sociedade da informação”.

É na “terceira onda” que os veículos de comunicação de massa – começam a ser desmassificados, para dar lugar aos veículos de “Comunicação Dirigida”. Na “terceira onda”, então, a Comunicação Dirigida passa a ocupar um espaço próprio e peculiar, delimitado por seu campo de atuação e alcance.

Não há massificação da Comunicação Dirigida, mas, os jornais, as revistas, o rádio e a televisão estão cada vez mais, se especializando e se utilizando da “Comunicação Dirigida”, para atingirem determinados públicos, ou parte de seus públicos.

Na realidade, a “Comunicação Dirigida” não é uma área nova que começa a ser estudada agora, mas, um campo de Comunicação cuja importância só agora está sendo reconhecida. Afinal, a “Comunicação Dirigida” é um meio ou instrumento que o profissional de Relações Públicas sempre empregou para a formação e orientação do público-alvo-objeto de sua atividade.

O que se destaca, hoje como “moda” é fruto de um trabalho paulatino; mas, perseverante, que teve o seu ponto de partida no início da década de 70.

À “Comunicação Dirigida” cabe a elaboração da mensagem eficiente, eficaz e apta a produzir os efeitos desejados no público receptor. Evidentemente, sob este enfoque, enquadram-se todos os requisitos e elementos essenciais que integram e caracterizam a “Comunicação Dirigida”. A fonte produtora da mensagem é o Órgão, o Setor, o Profissional, enfim, a unidade administrativa de Relações Públicas; o receptor é o público que se pretende constituir e estimular por meio da opção que se fizer do veículo mais adequado àquele fim.

Essa mensagem, bem planejada e estruturada, e a correta escolha do veículo de “Comunicação Dirigida” proporcionarão rapidez no feed-back, o qual, por sua vez, permitirá uma análise mais imediata dos efeitos produzidos.

Esse aspecto representa uma das grandes vantagens oferecidas pela “Comunicação Dirigida” em detrimento da Comunicação de Massa. Sem cogitar o exame conceitual de “massa”, nunca é demais recordar que o primeiro passo do processo de Relações Públicas é caracterizado pela determinação de grupos e identificação de públicos. E, nessas condições, a “Comunicação Dirigida” dispõe de mecanismo mais apto, mais direto e mais econômico para alcançar os públicos identificados.

Assim, previstas as possibilidades, elaborado o plano de ação e coordenados todos os dados disponíveis, há que se por em prática os elementos teóricos idealizados pelo Profissional ou pelo Setor de Relações Públicas, ou seja, fixados os interesses da instituição, o órgão de Relações Públicas dentre os outros da organização, é acionado para alcançar o seu público e cumprir a sua finalidade.

A viabilidade de concretização das hipóteses levantadas e previstas fica na dependência direta do instrumental que compõe a “Comunicação Dirigida”. Alias, a corporificação de qualquer idéia só se torna possível e se aperfeiçoa mediante o emprego de instrumentos específicos e adequados fornecidos pela Comunicação. Ai reside a importância desse ramo do conhecimento: a Comunicação, em geral, e a “Comunicação Dirigida”, em particular, a servir de sustentáculo das Relações Públicas.

Vivemos, inegavelmente, a “Terceira Onda” preconizada por Toffler – a “Era da Informação”, na qual o desafio aos profissionais de Relações Públicas não mais se situa na experiência dos mais velhos – experiência tão “martelada” pelas gerações que nos antecederam.

A transmissão sociocultural, certamente, não dispensará a experiência dos mais velhos; entretanto, a reação e a criatividade dos mais jovens sempre estarão presentes na atualização dos seus conhecimentos.

Com certeza, o desenvolvimento da tecnologia estará muito mais à frente e com grandes e surpreendentes inovações na virada do século, impondo, à inteligência humana, a utilização de suas potencialidades e criação, para adequar seus conhecimentos teórico-práticos às contingências do próximo milênio.

(site: http://www.portal-rp.com.br)





O Blog está no ar!

30 04 2008

Pessoal, o BLOG está no ar!

Fiquem atentos, neste endereço vocês encontrarão os artigos mais interessantes sobre este assunto que está virando moda. A comunicação dirigida!

Boa Leitura!








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